Agora sim, fechando os chutes do BBB 12

11 01 2012

Teve o post inicial, teve o post das mudanças e para fechar o assunto vamos chutar o destino das duas que entraram na casa em cima da hora:

  • Analice
    • Credenciais: dominatrix, bissexual.
    • Vantagens competitivas: aos olhos de Playboy e Sexy, qualquer vantagem competitiva de poder fazer uma edição fetichista acaba por Analice ser gordinha.
    • Veredicto-chute: não tem espaço pra gorda nas revistas masculinas, então…
  • Monique
    • Credenciais: maria-chuteira
    • Vantagens competitivas: maria-chuteira
    • Veredicto-chute: agora é com você, Sexy.




Sem fatos, só o resto

9 10 2011

Os mais velhos vão lembrar da Fatos&Fotos, uma espécie de “linha auxiliar” da mais conhecida Manchete, que teve seus momentos de fama nas décadas de 60 e 70, nos anos 80 praticamente se limitou ao carnaval e acabou sumindo tal e qual todo o Grupo Bloch. Talvez essa nostalgia tenha feito Paul Snake e a Sexxxy a usarem uma piada bem tradicional em cima do título da revista como nome de filme: Fatos&Fodas – A Série.

A primeira cena traz Cleo Cadillac e Fabiane Thompson em “suruba com duas celebridades do pornô”. Fabiane é vendada por Cleo (diga-se de passagem, calçando um Loboutin falso, fato rapidamente detectado pela editora-adjunta), e só é desvendada quando, já dentro do quarto cafona escolhido pela produção para a cena, partem para se atracar com dois caras. A interação entre os dois casais demora muito para acontecer, por um bom tempo transam separadamente dividindo a mesma cama; por falar em casal, aliás, Fabiane estava mais animada que Cleo, mas ela e seu parceiro variavam menos de posição. Ambas vão tocando a cena, com uma interação aqui, uma DP na Fabiane ali, até a hora em que, finalmente, os dois rapazes terminam quase sincronizados.

A segunda cena traz Dani Matarazzo (sem silicone e com uma pequena mas visível barriguinha) em “história de dia dos namorados”. Imagina que você é um rapaz sem dinheiro, querendo levar a namorada para aquele motel bacana que ela tanto fala no Dia dos Namorados, e… dá a sorte de uma carteira recheada de dinheiro cair na sua frente. O que você faz, claro, é ligar para a namoradinha e mandar ela tomar um táxi para o motel; se o objetivo era impressionar a garota, conseguiu, já que a grana achada deu para pegar um quarto com piscina e ainda sobrou dinheiro para uma champanhota; talvez por causa disso, ela solta frases como “que romântico, champanhe e piscina!” e “você tá safado hoje, mozão!” durante as preliminares e a trepada em si.

A terceira cena traz Carlão (sim, temos quase certeza que é o próprio Carlão Bazuca!) e Belinha em “drama sexual de um desempregado sem um puto e louco por putas”. Paul Snake entendeu que Carlão é um grande talento dramático do pornô brasileiro e tratou de fazer uma cena com um início com uma estética waltersalles: o homem na estrada anda, e liga, e não consegue nada, e anda, até sentar no meio-fio de uma rua esquecida, ligar para externar os dramas da juventude brasileira que não consegue emprego e, já que está ali, vai ligar para uma acompanhante “para não perder a viagem” – quem nunca, né? Mas como o drama da juventude brasileira que só quer dar umazinha não acaba, Carlão chega no motel e espera… espera… espera… até que chega a acompanhante, e daí… bem, daí é uma cena burocrática que só me fez pensar que o Estatuto da Juventude deveria ter feito algo para ajudar o jovem brasileiro que, depois de um dia árduo à busca de emprego, vai dar umazinha com uma acompanhante.

A quarta cena traz Julia Fontinelli em “uma pescadora que é um peixão louco por vara”. Traduzindo: num quarto com tema naval, se masturba loucamente até chamar o macho e treparem animadamente. E só. Não tem nada a mais.





A classe operária chega ao paraíso dos pornôs

27 01 2011

Até que demorou muito para alguém fazer um filme envolvendo operários da construção civil e gostosas, mas enfim, Operária do Sexo está entre nós e é mais uma parte do esforço da Sexxxy World de transformar a “repatriada” Cibelle Mancinni em uma estrela de primeira grandeza do pornô nacional – afinal, ninguém repatria ninguém por nada, né?

Na primeira cena, Cibelle Mancinni, de mestre-de-obras usando botinha da Xuxa e shorts, flagra o peão, sem camisa e sem capacete, dormindo. Vai lá e faz aquela reprimenda, falando coisas como “minha empresa tem nome, tem prazo pra entregar” de uma tal maneira que o peão, compadecido, pede pra Cibelle se acalmar; a estrela manda o peãozinho “mostrar o que ele tem de melhor” e ele… mostra o membro, devidamente medido com trena e tudo pela patroa. Cibelle, com uma grande tatuagem nas costas e uma tatuagem na zona do agrião, até tentou fazer a cena com o capacete, mas não conseguiu; acabou que só quase bateu o tempo todo na câmera com o salto quando ela estava de quatro. Por falar em câmera, deve ser algum modelo novo com superzoom, devidamente testado na cena.

(E que conste no post: Cibelle Mancinni parece gostar muito deste tipo de atuação.)

Segunda cena. Longa, mas looooonga cena do pedreiro fazendo cimento, sozinho, já que o ajudante dele não apareceu; não sabemos se pá socando balde acaba sendo uma alegoria da penetração, mas enfim. Cansado e reclamando da falta de ajudante, o pedreiro dorme. Dorme, dorme, sonha com a atriz, num estilo cosplay de Amy Winehouse antes de ser destruída pelas drogas, o agarrando, no estilo Inception. Notável na cena é a grande tatuagem nas costas da atriz, até porque a cena acaba, ele goza e… acorda.

Terceira cena. Marceneiro trabalhando, chega uma loura “oi, tô vestida de meia Vivarina e resolvi passar aqui para mostrar minha calcinha asa-delta e levar ferro”. Pra sermos bem honesto, só notamos a tatuagem nas costas, as várias tatuagens na “zona-do-agrião” e as tatuagens nos ombros. Paciência.

Quarta cena. O pobre trabalhador operário já ia embora, mas chega a superiora com “uma roupa fresquinha para dirigir de noite” (leia-se: peitos praticamente de fora) e diz que ele tem que ficar. Ele não gosta, faz birra, eles acabam trepando, aprendemos que o ator urra tresloucadamente e que gastou um bom dinheiro oxigenando e fazendo um moicano quase concretado no cabelo (não, as coisas não tem nada a ver) e, no final, vemos a única cena sem que haja tatuagem nas costas da atriz.

Não sabemos se Paul Snake quis fazer algo do tipo “a vingança do proletariado” e tal, já que mostra operários penetrando chefes e patroas, mas sabemos que pelo menos eles tiveram o cuidado de não usar a mesma locação nas quatro cenas. Imaginem duas horas e vinte minutos de filme no mesmo lugar… ia todo mundo dormir.





Pisando leve para passar no pardal

21 08 2010

As cidades brasileiras estão coalhadas de pardais, evitando que as pessoas corram com seus carros. Alguns filmes, ao que parece, também trafegam por estas vias urbanas, caso de Pisando Fundo, filme que segue nossa Júlia Paes Series.

(Sim, estamos resenhando filme MUITO velho. Desculpem aí.)

A primeira cena prometia, com Júlia Paes, Cleo Cadillac e Victor Gaúcho numa banheira… pena que a falta de som ambiente e o ato de beber champanhe não-sensualmente (alô turma, vamos ter aulas com o Lucas Celebridade!) gera a química zero no troca-troca. Na verdade, o que salva a cena é Júlia Paes na dança da sensual e na sonoplastia de cavalo trotando.

Na segunda cena, Patrícia Kimberly (não-siliconada) atende o telefone, pede pro gato entrar, já leva uma chupada de boas-vindas, e mostra o quanto estava esfomeada, com direito a garganta profunda, animando a cena, apesar da tentativa da sonoplastia de atrapalhar tudo com um assovio vazado. Tudo bem que depois a gente sabe que vimos um negócio realizado, mas enfim.

A terceira cena tem uma bizarra cena do ator tomando banho num córrego e se exercitando, enquanto Jessica Taylor de biquíni de oncinha faz cara de conteúdo. Depois de uma bizarra discussão se ela o estava chamando ou não, uma besuntação básica e uma cena interminável, tirando uma bizarra utilização da pulseira dela como adorno do pênis do ator. Um banho de piscina completa o WTF-ness da cena.

A quarta e última cena envolve um mano e Anne Portilha (sem silicone e sem bunda), que se engataram logo no início da cena… e assim ficaram até o final.





A volta do escorpião que não veio

9 05 2010

Algumas coisas só fazem sentido se você entender que vivemos no capitalismo selvagem. Um desses casos é o A Volta de Bruna Surfistinha, filme caça-níqueis em que a Sexxxy aproveita mais três cenas da esquecível passagem de Raquel Pacheco pelo pornô para gerar um filme e arrecadar mais um troquinho. O filme é tão caça-níquel que a Sexxxy não se deu ao trabalho de fazer uma abertura decente, preferindo abusar dos efeitos de PowerPoint.

A primeira cena começa com Bruna, com maquiagem de colaboradora da C&A e de relógio (reminiscências do tempo em que era garota de programa?), se masturbando com efeito de filme caseiro antigo; Paul Snake cansa da brincadeira e joga pó de pirlimpimpim e o consolo vira André. E se você sobreviver à luz estourada, à câmera velha, aos closes constantes nas diversas espinhas na bunda dela e da incapacidade de Bruna de fazer mais que três posições diferentes e de fazer uma cara animada que seja, você verá uma gozada em câmera lenta e o fim do efeito do pó de pirlimpimpim.

A segunda cena tem Bruna, de novo de relógio, agarrada com Ricardo Branco, e se você sobreviver à luz estourada, à câmera velha, aos closes constantes nas diversas espinhas na bunda dela e da incapacidade de Bruna de fazer mais que três posições diferentes e de fazer uma cara animada que seja, você verá mais uma gozada em câmera lenta.

A terceira cena tem Bruna, Victor Gaúcho, sex shop e consolos gigantes. Com uma câmera mais nova, luz menos estourada e Victor comandando a cena, a chance do espectador dormir antes da gozada em cãmera lenta diminui.

E… sim. Acabou. Felizmente. E termino este post lembrando que tivemos anal nas três cenas – coisa que, imagino, ninguém tenha notado por estar dormindo a sono solto.

***

EPÍLOGO: Realmente chegamos a cogitar de resenhar 3x com Bruna Surfistinha, filme em que a Sexxxy faz os ‘melhores momentos’ da passagem da Surfistinha pelo pornô. Sim, desistimos da ideia.





Com quantas cenas se fazem um filme

23 02 2010

Dois longos meses sem post algum neste blog, né? Não prometemos pontualidade, mas enfim, vamos continuar com a Júlia Paes Series. O filme da vez é Júlia Paes vs Mônica Mattos, envolvendo a diva, o orgulho do pornô nacional, a nossa o-que-vier-eu-topo, a ganhadora da AVN e (insira um bordão qualquer sobre Mônica Mattos aqui).

Mas a primeira cena não é com nenhuma das duas, mas sim com Bianca Mello, toda rosa, relembrando o que fazia nos idos tempos do Sexytime; o show só foi interrompido para que ela se abrisse para um negão, o Jota, fazendo cosplay de Alexandre Frota. Além de fazer boa parte do que se espera de um cosplay pornô de Alexandre Frota (não, não rolou o rinoceronte, mas rolou um liquidificador de vagina), Jota deu uma daquelas urradas guturais na hora do gozo, animando uma cena sem muitos atrativos.

A segunda cena… é com Sabrina Love, fazendo sua estréia em frente às câmeras (ou assim nos é dito no final da cena), também toda de rosa, fazendo um show mais curto, já que Igor chegou com todo fôlego, disposição e espasmos que poderiam ser facilmente confundidos com ejaculação precoce… e aí Paul Snake chegou à página do curso de edição de vídeo em que fala dos efeitos de aceleração de cenas. E dá-lhe acelerações de vídeo aleatórias. Ainda dá pra ouvir Sabrina Love pedindo “abre meu cuzinho” para depois dizer que “é a primeira vez que dou, está doendo muito” e, depois de fazer tudo como manda o figurino, ser ‘recompensada’ com grande quantidade de esperma.

A terceira cena é com Júlia Paes numa luxuosa suíte de motel, daquelas bem decoradas e tal (aê Sexxxy, abriu a mão); o clima chique e elegante da suíte enfeitiçou Júlia, que fez carinha de quem tá gostando demais no showzinho. Quando Paul Snake nos dá trégua do seu botãozinho de acelerar a edição, vemos a chegada de Capoeira vestido no estilo “ó, eu ia lutar um vale-tudo ali mas mudei de ideia e vim fazer pornô”. O negão faz um bom trabalho de língua, mas não o suficiente para tirar o ar blasé-superior-eu-sou-a-estrela-e-traço-mesmo da Júlia, que só precisou se ambientar ao tamanho do problema para, como se diria no futebol, “jogar para o resultado”; enfado que só foi cortado quando Júlia resolveu interagir com o cenário, provar que tudo aquilo era sólido mesmo e tal.

E aí chegamos à quarta cena que, sendo a última do filme, deveria obrigatoriamente ter Mônica Mattos; mas é aquela história, pra que uma cena se pode fazer um fanservice(*), e aí a cena se inicia com uma sessão de fotos erótico-chic-e-essas-coisas-editorial-de-revista-de-descolado com Mônica e Júlia Paes (sim, ela faz rodada dupla no filme), com Fabiane Thompson fazendo uma fotógrafa wannabe. Como todo mundo esperava, o telefone toca, Fabiane vai atender e pede para que as duas ‘fiquem à vontade’; agarra daqui, agarra dali, Fabiane volta para o estúdio (aliás, trabalho bem razoável da Sexxxy de esconder o quarto de motel), espia por uma fresta Mônica e Júlia se agarrando; irrompe no meio com um discursinho empatador e é convidada para formar o trio. Como “pedágio”, Fabiane traz os dildos para que as três meninas se divirtam muito, com muitos dedos, línguas e dildos, só interrompidas pela utilização do strap (e camisinha no dildo!) por Mônica para penetrar Júlia e por Júlia para penetrar Fabiane. Desejos satisfeitos, as três voltam para a sessão de fotos, ou algo assim.

Nos créditos finais, passam as cenas cortas; e aí sabemos que, na primeira formação do trio da quarta cena, Mônica seria a fotógrafa.

(*) Particularmente, acho – e esta é uma opinião do blogueiro que vos escreve – que cenas girl-on-girl em filmes pornô voltados para o público heterossexual masculino é, por definição, um fanservice, até por fazerem cenas que o público gosta e não cenas que mulheres fariam ao praticar sexo entre elas. Mas aí entra uma outra questão: o que não é fanservice no mundo dos filmes pornô? É uma excelente discussão.





O poder dos títulos de filmes pornô

23 12 2009

Um problema aparentemente comum no cinema pornô é o que fazer quando se tem uma cena com duas atrizes conhecidas, só rola uma cena das duas juntas e ainda precisa terminar o filme? A solução, como não poderia deixar de ser, é comum: pega algumas cenas perdidas no arquivo, atocha na edição e pronto, seu filme está pronto para ser vendido. Tem tudo para ser o caso desta Caroline Miranda vs Júlia Paes, o primeiro filme da Júlia Paes Series(*) que a Sexxxy resolveu fazer.

A primeira cena é com Carol Miranda, ainda mais turbinada, e Júlia Paes: o ator chega amarrado na suíte do motel, e enquanto  Júlia mostra que não gazeteou as aulas de pole dance, Carol desamarra o homem; o resultado lógico é que as duas resolvem fazer um show particular, em que Júlia confirma que era Thammy que gostava da coisa. Como estamos falando de filme pornô e a produção já gastou uma grana na suíte presidencial, gastou um pouquinho mais com um espumante, usado para molhar vaginas, pênis e tal, com isso animando as duas para atacarem o ator e… Bem, Carol deixou os outros dois por um momento e voltou com um dildo roxo, dando a deixa para Júlia sair e trazer um dildo vermelho – pois é, cada estrela com seu dildo, né?

Né… Júlia usa seu dildo na Carol, dá sono; Carol usa seu dildo na Júlia, a animação toma conta do filme; Carol senta no rapaz, volta a sonolência; Júlia senta no rapaz; para, no final, tudo acabar em jorro nos peitos siliconados de ambas as atrizes.

E aí acaba a participação de Carol e Júlia. E aí acaba o filme e começa a colagem de cenas.

A segunda cena começa com um casal se agarrando em outra suíte poderosa de motel, só interrompidos pela campainha do funcionário do motel (que, obviamente, não aparece) trazendo vinho. A atriz logo chupa o parceiro, começando com aquele clima de “tá difícil”, mas nada que o vinho não resolva. Depois de uns goles, os dois começam uma longa e cansativa trepada, entrecortada de comentários sobre a qualidade da suíte, até que param todo para reclamar dos outros quartos e beber mais vinho porque, afinal, tem que “ter atitude para dar o cu”; um analzinho básico e, depois que o ator goza, a atriz bate no peito e diz em alto e bom som “é na catiguria e na raça”. E mais vinho, ou cidra, como a Bia fez questão, bateu pezinho e fez pirraça, para comemorar o momento Bebel. Como se isso realmente fizesse diferença.

A terceira cena ainda tem menos enrolação, já começa com aquilo-na-mão e mão-naquilo, talvez para distrair o espectador mais arguto da bizarra decoração temática barbie-style do quarto. Descobrimos que o ator engoliu um coelhinho-da-duracell antes da cena, portanto tudo transcorre muito rápido, chupadas, “técnica do varrendo” (vou deixar para o leitor imaginar do que estou falando), 69, mal dando tempo da atriz tirar o sutiã e de respirar; aliás, se você for mais esperto, vai ver que a atriz não tem aquele capô-de-fusca. Tudo isso, aliado ao excesso de cuspes do ator e uma câmera malcolocada, ajuda a dificultar a visão da atriz levando por trás na hora do anal.

A quarta cena é feita na mesma suíte do terceiro quarto, só que com um negro e uma loura; negros com louras é uma poderosa combinação de clichês prediletos da indústria pornô. Somos brindados com a atriz ligando para a amiga, toda feliz porque pegou ‘o cara do show’; o ‘cara do show’ adentra a cena, mostrando que calça rasgada é hype. Tempo é item precioso, então não se demoraram muito nas preliminares, só dando tempo para uma olhada “eu vou dar Brazyl” da atriz; ela chupa, ele chupa com direito a pedido de piscada do cu, e o que seria uma trepada apenas rápida se transforma depois que o ator dá um urro e parte pra velocidade 50, com direito a anal e tudo.

Enfim, crianças, isto é a indústria pornô at its most enrolation.

(*) a Sexxy fez um monte de filmes da Júlia Paes com outras estrelas da casa, então batizamos de Júlia Paes Series.





A vida, as sagas e Caroline Miranda

23 12 2009

Sim, o original está aqui, e por algum motivo NUNCA tinha republicado neste Cahiers. Enfim.

Pois é, amiguentos. O novo fenômeno do pornô nacional é Caroline Miranda[bb], a dita sobrinha da Gretchen e coisa e tal, nova rainha do bumbum e tal e coisa. E chegou arrasando, logo com dois filmes. Vamos analisar a saga (no sentido Dragon Ball Z[bb] da palavra, claro) de Carol Miranda[bb] pelo pornô.

Fiz Pornô… Continuo Virgem

A primeira observação é: que diferença faz eu saber que este é um filme de Paul Snake? Enfim, um momento Sexytime de Carol Miranda na mesa de sinuca marca a primeira das aparições do Capitão Óbvio na saga.

A primeira cena contou com o já conhecido “fantástico” e “bem feito” som dos filmes da Sexxy, com Carol Miranda usando A MESMA PULSEIRA[bb] nos dois filmes da saga e um vestido feito de saco de colocar defunto (será que o IML lançou uma grife e eu não sabia?) e um ator que parece cover do Mau-Mau da Malhação e que lançou temdensia de jogar água oxigenada a esmo no cabelo. Falaram algo irreconhecível do tipo “você rebola” e fizeram uma DR (se você não sabe o que é DR, você definitivamente nunca namorou). Carol deixou sugar e passar o dedo, mas nada de entrar com tudo pela porta da frente, apesar dos insistentes pedidos quase desesperados do Mau-Mau cover; no entanto, a menina mostrou toda sua experiência em fornecer a porta de trás, e isso mesmo sabendo que ela sofreu com o tamanho do Mau-Mau cover.

Na segunda cena, uma boate e uma incrível cena de cavalheirismo: o rapaz tira a camisa e coloca no chão para que Carol possa deitar em cima e ser devidamente chupada. Carol pedia pra não parar enquanto o ator bombava mais preocupado em acabar logo antes do pessoal chegar pro show (Carol canta funk, caso tenha esquecido). E, claro, nada de porta da frente. E, o que é mais incrível em termos de Sexxy, cortaram corretamente na hora do grand finale da cena!

Entre a segunda e a terceira cenas se perdeu a criatividade de Paul Snake, já que ele definitivamente não é o genial J. Gaspar, e aí ouviram o Capitão Óbvio e fizeram A MESMA CENA na terceira e quarta cenas: mulher (loura na terceira cena, morena na quarta cena) se masturba e logo aparece alguém armado. Enredo é pros fracos. E, pra não dizer que é a mesma cena, na terceira cena a loura parecia um coelhinho da Duracell[bb] porque não parava, enquanto na quarta cena a morena e o cara saíram correndo (!!!)

Perdendo o Selinho

Sim, amiguentos, Carol Miranda acreditava em príncipe encantado que iria deflorá-la numa noite mágica até que tomou um chifre do namorado com a melhor amiga. Depois se infere que Carol Miranda tem flogão[bb], a partir da oração “Também vai receber umas fotinha dele”.

No final, Carol rompe o selinho com Victor Gaúcho, “o descabaçador”, numa vibe cover de Túlio Maravilha que, afinal, nos maravilha com o seu já conhecido banho de interpretação (quem viu “Pecados e Tentações” sabe). E noite mágica é o escambau, tem um som horroso, qualidade musical zero e um cameraman que precisa URGENTE um curso de cameraman. E tudo isso com uma lingerie de zebrinha (Capitão Óbvio virou wardrober?) e salto alto. Classe. Tela Class.

Aliás, a cena estava animadíssima. Tão animada que quase levantei pra passar um café[bb]. Talvez porque Carol estava tensa. Enfim, o momento da defloração… frases clássicas como “pára, pára”, “tira, tira, tá doendo”, “vou pôr só a cabecinha”. Victor teve que trocar a camisinha por causa do sangue. Aliás, foi necessária uma toalha pra limpar o sangue que escorreu. E, como não poderia deixar de ser em se tratando de defloração, Carol sofre, expõe a sua dor e torna a cena tensa. Cena, aliás, que melhora depois que, já sem o selinho, Carol fica por cima. E nos brinda com a seguinte pergunta, ao ver Victor jorrando fora: “Não tem perigo de engravidar[bb]?”. Malhação style! E, como toda usuária de flogão que se preza, Carol tira diversas fotos.

E, ufa, chegamos à segunda cena, onde o áudio continua desregulado e uma discussão filosófica digna de Malhação entre Marcelinha, Bianca Lopes e Igor sobre se Carol forneceu só a porta traseira na cena anterior é salpicada com questionamentos sobre a lotação do motel onde o filme é gravado e frases como “toda funkeira gosta” e Bianca dizendo que “eu não tenho esse problema porque não sou cabacinho”. Marcelinha se retira e Bianca, que gastou um bom dinheiro com uma lingerie de oncinha (por que? por que?) vai trepar com Igor. Cada posição é antecedida de uma discussão animada sobre como a fariam, dá gosto de ver. E a cena até ia bem, Bianca Lopes inclusive se lembrou de tirar a bota e tal. Mas…

Aí alguém tinha que colocar uma cena tosca, o telefone[bb] toca e lá vão os dois pelados correndo no meio do motel para salvar a abandonada Marcelinha no quarto do lado. Bianca Lopes sai para pegar algo e, claro, Marcelinha e Igor transam. O término da cena era tão óbvio que, ao voltar, Bianca exclama um “eu já sabia”; mas aproveita também e divide o leite com a amiga.

Na terceira cena, Carol Miranda encara o genial, fantástico, sensacional Carlão Bazuca. Fazendo a necessária observação de que a aquisição da habilidade “dar a porta da frente” melhorou muito a já excelente rede de habilidades orais e anais de Carol Miranda, fica a nota de que Carol estava bem mais à vontade. Na verdade, seria uma cena sem nenhum atrativo especial se não fosse o sensacional piti de Carlão Bazuca ao saber que Carol não era mais virgem. Sério, alguém precisa levar Carlão Bazuca para Malhação!

Concluindo a saga

Caroline Miranda tem tudo para ser uma das grandes atrizes do pornô nacional, basta perseverar no caminho e se inspirar nos exemplos de Márcia Imperator e Bruna Ferraz.





Cleo e a nova ordem dos Cadilacs

14 09 2009

Ah, Cadillac. Símbolo de luxo e carros grandes. Enormes. Com porta-malas imensos. Não por acaso, o genial Chacrinha[bb] usou a marca para batizar Rita Cadillac. Mas estamos na era de Velozes e Furiosos[bb] e da Nova GM… então a Sexxxy precisava lembrar disso na hora de lançar a nova Cadillac[bb], a sobrinha Cleo Cadilac, com um l só.

O material de marketing de Cadilac Sexxxy, o primeiro filme da moça, é todo em cima dessa tentativa de releitura da lembrança de Rita Cadillac nos tempos dos superesportivos: “o porta-malas do século”, “design super arrojado”, “bagageiro espaçoso”, “tunado de fábrica”. E, de bônus, a filmagem em HD, porque, vocês sabem, as pessoas precisam justificar a grana gasta em TVs de LCD[bb] e a Copa do Mundo é só ano que vem.

***

Enfim, o filme começa com um momento Sexytime de Cleo com uma lingerie vermelho-cafona (nada contra o cafona, diga-se de passagem), com direito a closes altamente ginecológicos, porque afinal a Sexxxy descolou para o diretor Paul Snake uma câmera que não só grava em HD como também tem superzoom. Lá pras tantas, Cleo para, balbucia algo tipo “para quem curte os filmes da Sexxxy, curtam o meu Cadilac[bb]” e se enrosca com um ator(*) que, além de não ter cabelo, se arrisca a ter um aneurisma com uma veia na cabeça pedindo para estourar.

Os closes ginecológicos em HD continuam, mas tão closes que dá até pra ver uma espinha na bunda da Cleo e, com um pouco de zoom, dá até pra ver quantos pontos foram usados na cirurgia de silicone nos seios que Cleo fez. Óbvio que isso não impediu a estrela do filme de mostrar sua animação ao abocanhar o rapaz, nem o ator de tentar aproveitar ao máximo a oportunidade de aparecer transando com uma subsubcelebridade e mostrar toda sua força e velocidade; força e velocidade que deixaram a moça doida de tal maneira que saiu rasgando o lençol da cama com os dentes (prejuízo pro motel… coisa feia!)

E depois de tudo isso, com direito ao estilo rinoceronte-cobrindo-a-fêmea imortalizado por Alexandre Frota, acabou que Cleo não engoliu nem forneceu a porta traseira.

***

Na segunda cena, o ator e a atriz, esta com uma lingerie bizarra com adereços escolhidos por alguém sob efeito das dorgas e meia, já aparecem se agarrando, com direito a lubrificante anal usado pelo ator como se fosse uma calda de sorvete, jogado aleatoriamente na moça. Depois da trinca atriz chupa-69-atriz chupa, o ator recebe o Miguel e só quer saber de anal, com direito a tentativas de anal giratório e Paul Snake, que deve ter visto algum filme de extreme anal, só animado os arrombamentos do ator.

Fora isso, digno de nota só a vontade repentina de mijar que a atriz teve no meio da cena. Sério.

***

A terceira cena começa com a atriz que, depois de sair com o namorado e uma menina de um sítio para o motel e descobrir que tinha sido posta para escanteio manda o mancebo catar coquinho, usa seu moderníssimo Motorola V3[bb] para achar algum amigo disponível para que ela não perdesse a viagem; afinal que ela achou e o rapaz foi lá convidado para trepar com ela. É, eu também achei bizarro.

Ao chegar, o ator ouve a moça (com uma lingerie “normal”, o que é estranho no pornô nacional) contar uma história triste que inclui um “odeio canalhas” e trata logo de consolá-la, agarrando-a. A atriz mostra sua qualidade ao tirar a saia E manter a boca cheia; os supercloses em HD dão um tempo para uma espanhola básica, mas reaparecem assim que o dote do ator obriga a atriz a dar tudo de si no anal.

E, depois de dar de todas as maneiras possíveis, a atriz ainda ouve uma filosofia de botequim do rapaz, com coisas como “esquece esse cara, esquece essa menina”.

***

Quarta cena. É, QUATRO cenas no filme, e só uma com a Cleo. Enfim, os atores já aparecem seminus ali pelo meio do caminho, dando tempo para closes ginecológicos de uma zona-do-agrião desmatada, zooms no ator cuspindo para lubrificar e detalhe na meia roxa da atriz. Atriz, aliás, que teve dificuldade para abocanhar, já que sua boca não tinha largura suficiente para engolir o ator por inteiro. Uma parada para a camisinha, um WCP tatuado no cóccix da atriz (what?), um ator que tomou alguns litros de energético e uma atriz que não só chegou a anunciar o gozo, mas também deu tapas de “vai cachorro” no ator.

***

Sobre a estréia de Cleo? Tem futuro. Tem animação. Tem garra. Só não invente de cantar, por favor.

E o pensamento do filme? Da Bia: o mundo pornô em HD é um mundo com muita celulite, mas ninguém parece ligar para isso ao ver um cu arrombado em high definition.

(*) A Sexxy só dá o nome da estrela do filme nos créditos. FAIL.





Aprendiz de estrela pornô

9 09 2009

Uma coisa que não podemos negar na Sexxxy é sua incessante procura por novas atrizes pornô, por novas candidatas a estrela. Ao invés de exclusivamente seguir o caminho fácil das subcelebridades já prontas da Brasileirinhas, a Sexxxy tenta descobrir novas estrelas. Vamos hoje ver três em ação.

***

Virando a Cabeça

Estrelado por Graziella Fantini. Grazi, cujo passaporte para a sub-sub-celebridade foi ter sido concorrente a alguma coisa no programa da Xuxa[bb], é vendida pela Sexxxy como ninfomaníaca, daquelas que se pudessem passavam 24 horas por dia com todos os buracos ocupados; mas enfim, o filme começa com Grazi se mostrando na lareira, para o espectador ver o que lhe espera, incluindo uma pantera, ou algo assim, tatuada ali na ante-sala da vagina.

A primeira cena é um mashup[bb] (termo da moda, né?) envolvendo Malhação[bb] e Perdidos na Selva. Grazi e o ator se perderam em um lugar sem sinal de celular e sem fogo na lareira (oi, como assim se perderem na era do GPS[bb]?), ou seja, desculpa velha e esfarrapada. Grazi se esforça na felação, não me pareceu chegada no anal mas curte muito sentar; o ator tem disposição e velocidade; a cena teve muitos movimentos acrobáticos e muitas risadas altas. E o som estava muito alto (aliás, Sexxxy, é tão difícil fazer UM FILME com som na altura correta?), a trilha sonora estava fora de prumo, a voz dos atores estava baixa demais.

A segunda cena, no motel, começa com um típico momento WTF, quando Grazi e o ator param de se agarrar para fazer guerrinha dos sexos e fofoquinha. Tá, também não entendi. Mas enfim, a animação no sexo continuou forte, teve anal (será que alguém convenceu Grazi de que ela precisava franquear a porta traseira pra fazer jus ao título de ‘ninfomaníaca’ que ela ostenta?), brincadeiras na piscina e até choquinho sentido pela estrela do filme.

A terceira cena… essa teve diálogos bizarros, trocadalhos com madeira, e uma morena que, para manter o padrão do filme, grita e berra muito, com o adicional de passar o tempo todo mexendo a pulseira sem parar. E, ao contrário da Grazi, recebe o jato na cara.

A quarta cena é uma outra loura e um negão trepando enquanto esperam o casal da terceira cena voltarem com a madeira, a loura teve dificuldade para engolir o negão mas manteve o padrão do filme de gritar alto, muito alto.

***

Musas do Verão

Agora são as “irmãs” Jessica e Giselle Correa, a aposta da Sexxxy para quem quer ver duas beldades estrelando o mesmo filme, ou algo assim, whatever. E como a Sexxxy gosta de usar saveiros no meio do mar, hein? Tinha tão cara de Sexxxy, mas tão cara de Sexxxy, que ela perguntou assustada “é da Sexxxy?” ao ver o início do filme – e olha que não tinha falado com ela.

A primeira cena envolve as duas irmãs no saveiro, e sem tempo para tergiversações, porque depois de alguns segundos de conversa um dos atores já “sacou a arma”; daí começa uma suruba coreografada, ou pelo menos parecendo coreografada, inclusive com troca de parceiros; em que se pôde ver que, realmente, as duas são bonitas, não tão siliconadas assim e (sim, isso é observação dela) com a pior unha francesinha já vista no cinema desde Lumière. Enfim, não comprometem, mas também não fazem nada além do óbvio. E como é a Sexxxy, tem o já tradicional FAIL na sonoplastia, o que deixa a cena difícil de se ver; além disso, os atores esqueceram o filtro solar, e no final estavam todos vermelho-camarão. E como estamos falando do Capitão Óbvio, a cena terminou com todos mergulhando no mar.

A segunda cena envolve uma morena na piscina; a cena foi bem animada, o ator meteu na velocidade 5 e a morena deu o rabo em mais de uma posição.

A terceira cena, com outra morena também na piscina (é verão, né gente?), tem um diálogo que, digamos, poderíamos reduzir a:

- Oi? Cadê a turma?

- Tá lá dentro.

- Hum, que pau duro…

Outra cena animada, com muito anal, muita gritaria e tal e coisa.

***

…and finally…

Sexxxy, pode ser de resolver os problemas graves de sonoplastia nos seus filmes ou tá difícil???








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 155 other followers