Agora sim, fechando os chutes do BBB 12

11 01 2012

Teve o post inicial, teve o post das mudanças e para fechar o assunto vamos chutar o destino das duas que entraram na casa em cima da hora:

  • Analice
    • Credenciais: dominatrix, bissexual.
    • Vantagens competitivas: aos olhos de Playboy e Sexy, qualquer vantagem competitiva de poder fazer uma edição fetichista acaba por Analice ser gordinha.
    • Veredicto-chute: não tem espaço pra gorda nas revistas masculinas, então…
  • Monique
    • Credenciais: maria-chuteira
    • Vantagens competitivas: maria-chuteira
    • Veredicto-chute: agora é com você, Sexy.




Atualizando os chutes sobre o BBB 12

9 01 2012

Então que Fernanda desistiu e precisamos atualizar nossos chutes, né?

 





Chutes sobre as participantes do BBB 12

4 01 2012

Chegou aquele momento esperado pela redação da Playboy e, em menor escala, da Sexy: a lista dos participantes do Big Brother Brasil deste ano. Hora de brincar de chutometria e apostar quem pode parar nas revistas masculinas (os llinks dos perfis no Facebook são um oferecimento do Te Dou Um Dado?):

  • Fernanda
    • Credenciais: empresária, lésbica e barraqueira.
    • Vantagens competitivas: loura, rata de academia e lésbica (que é algo que atiça as orações para Onã dos leitores das revistas)
    • Veredicto-chute: Playboy e Sexy vão disputar a tapa.
  • Jakeline
    • Credenciais: estudante de zootecnia
    • Vantagens competitivas: tem foto tirada no espelho no perfil.
    • Veredicto-chute: não deve ser prioridade das revistas.
  • Kelly
    • Credenciais: assistente comercial e ex-dançarina do Aviões do Forró.
    • Vantagens competitivas: fotos emulando modelo e uma foto malhando
    • Veredicto-chute: boa sorte pra quem da Playboy e da Sexy for negociar com ela, porque tem toda a cara de que não vai “se vender” fácil.
  • Laísa
  • Mayara
    • Credenciais: arte-educadora e produtora de altporn.
    • Vantagens competitivas: o jeito indie-nerd-alternativa
    • Veredicto-chute: a Sexy vai tentar e não vai conseguir, porque posar nua para revista masculina é muito mainstream.
  • Renata
    • Credenciais: estudante de Psicologia, linda, loura, magra, olhos azuis
    • Vantagens competitivas: linda, loura, magra, olhos azuis, desimpedida e “tem atitude” (seja já o que isso signifique)
    • Veredicto-chute: só não posa se não quiser, porque vai ser disputada a tapa.




O pedágio da via expressa

21 12 2011

Se alguém ainda tem alguma dúvida que a via expressa BBB-Playboy não está mais funcionando, basta ver as vendagens de janeiro a setembro da revista: com quatro ex-BBB entre as 9 capas, só Maria conseguiu mais de 170 mil exemplares vendidos; as outras três (Michelly, Jaque e Adriana) perderam para a Panicat da vez (Babi) e para Andressa, ex-Hipertensão, um reality com MUITO menos audiência e propaganda que o BBB.

(Nota: em 9 meses, só Adriane Galisteu vendeu mais que 200 mil exemplares)





Bárbara Evans e a luz no fim do túnel da Playboy

6 12 2011

Já nos cansamos de dizer que a Playboy é o homem doente do erotismo nacional, virou um dos nossos bordões e tudo. Felizmente ainda existe vida inteligente na revista e chamaram Bárbara Evans para a capa de dezembro.

O ensaio tem problemas? Tem. A primeira foto, para orgulho do Capitão Óbvio, com Bárbara nua lendo na relva; a sexta foto, com a manjadíssima foto “nua montada no cavalo”; a décima foto, em que alguém achou bacana fazer Bárbara imitar cena de Mogli, o menino-lobo, usando salto; a relativa preguiça de Bob Wolfenson de só tirar fotos de frente, superexplorar os peitos naturais, e deixar a bunda natural escondida em duas fotos; depilação total não é uma unanimidade e é questionável se combina com a proposta de “lolita na natureza” do ensaio.

Mas vamos pegar leve, né? Primeiro porque Bárbara Evans é mulher de verdade, ao contrário da mulher de mogno que posou na Sexy – e nestes tempos de silicone e cirurgias plásticas, é bom sermos lembrados de que ainda é possível ser mulher sem precisar vender a alma ao cirurgião plástico. Segundo porque o ensaio está muito bom para os padrões da Playboy atual. Se formos 10, 15, 20 anos pra trás, certamente o ensaio da filha de titia Monique não estaria no Top 10 (provavelmente algum ensaio da mãe estaria nesta relação). Mas se olharmos os últimos 5 anos, esta Playboy de dezembro com Bárbara Evans tem que estar no Top 10, talvez no Top 5.

E, talvez, quem sabe, a Playboy possa voltar a ser relevante.





A batalha de junho: Playboy com Maria e a evocação da riqueza

22 06 2011

Junho de 2011 foi um mês inesquecível para os produtos desta fábrica de subcelebridades que é o Big Brother Brasil, já que as duas maiores revistas masculinas vieram com ex-BBBs na capa. Antes que o mês acabasse, publicamos as duas resenhas. Neste post, a estrela é Maria Melilo, campeã do BBB11, que saiu na Playboy.

A capa está bem bonita, com Maria elegantérrima, de corpete, cinta-liga etc e tal. Mas vamos ao ensaio que, aviso de antemão, foi profundamente influenciado pelo vídeo abaixo.

Na primeira foto, Maria numa vibe viúva-negra. Na segunda foto, Maria vai de carro, olha alguma coisa… para mostrar os seios na terceira foto. Na quarta, ela vai com a jaqueta (sim, Maria está com um cabelo inspirado em Amy Winehouse e vestida de jaqueta, meia-calça e salto alto, chupa essa manga) aberta pelas ruas porque… ela pode. Na quinta foto, Maria aparece tentando fechar a camisola de renda negra, sem sucesso; é possível ver que o trabalho do cirurgião na prótese de silicone foi muito bem-feito, parabéns a todos os envolvidos.

A sexta foto é Maria treinando lap dancing. A sétima, é Maria provando que pode usar espartilho e cinta-liga e ficar boa. Já na oitava foto, Maria olha o mundo a partir do segundo andar. Na nona, resolve brincar com o piano, já que não vai conseguir fechar a camisola de renda mesmo. E a décima é ela segurando seus mamilos e beijando de língua a si mesma no espelho – acho que muita gente vai gostar, só fico achando que é chavão mesmo.

Na décima-primeira foto, uma amostra das suas curvas antes de subir a escada. A décima-segunda é ela voltando da foto anterior. Na décima-terceira, Maria aparece deitada no sofá; escorrega para tirar a décima-quarta. E aparece como que trazendo claridade e luz na décima-quinta.

E uma longa sessão de espreguiçamento na cama, que começa na décima-sexta e vai até a vigésima foto.

***

Sobre o ensaio? Está bem melhor que o da Sexy, o que não significa muita coisa; e, para os padrões da Playboy brasileira atual, está até bem interessante – tanto que não tivemos muito espaço pra piadas.





Fani, Natália e o bom estado das revistas nos sebos do futuro

10 12 2010

Hoje apareceu no Reader do editor-chefe deste blog um post do Metafilter citando este post do Jezebel, sobre um leilão da Christie’s que, além de leiloar alguns items de colecionador da Playboy, nos permite dar uma olhada de como foi o processo de pós-produção (leia-se photoshopização) dos ensaios das coelhinhas dos anos 90 e início dos 2000 e como, no final, este processo acabou tornando a Playboy americana irrelevante.

But the message is clear: even after a genetic bounty, all-but-certain plastic surgery and dieting, good lighting, a pro-photographer, and dozens of shots, even the fantasy woman is not fantastic enough. Ironically, it’s that mentality, and its cookie-cutter sexual sensibility, that’s helped make Playboy irrelevant in the years since.

A Playboy brasileira, apesar da sua opção preferencial pela (sub)celebridade do momento, sofreu o mesmo processo de irrelevância; como citamos em outra resenha, é o homem doente do erotismo nacional, recorrendo à via fácil das ex-BBBs para tentar segurar longos meses, em vez de ir à rua. A edição de novembro de 2010 não foi exceção; a ressucitação de duas ex-BBBs que estavam no limbo é uma prova disso.

Só que alguém resolveu ter a ideia de fazer um ensaio amigas-íntimas-lesbo-bebum-chic com as duas, falando à cabeça mais impressionável dos homens. Será que funcionou?

***

A capa entrega muita coisa assim, de cara; Fani e Natália com aquele olhar de “tá bom assim, o amiguinho animou?”.

Fani atacando o seio de Natália. Efeito imediato para o público-alvo do ensaio, boa parte já começou o “trabalho” nesta foto.

A foto de página inteira que ‘abre’ o ensaio. As duas chegando bêbadas e, com o efeito do álcool, resolveram se pegar na frente da câmera – enfim, tem exibicionista pra tudo neste mundo – com um texto que parece copiado e colado de algum conto erótico da Ele Ela das antigas.

Uma foto das duas se beijando. Uma página com fotos das duas se atracando no melhor estilo softcore – os mais apressados já diminuíram o valor da revista no sebo. E quando você acha “agora vai”, uma foto em que… Natália parece medir o tamanho do seio de Fani e Fani parece medir o tamanho da coxa de Natália.

Uma foto de “vem cá, minha linda, vou te agarrar”. Outra foto de “vem cá, minha linda, vou te agarrar”. Para cortar, uma foto em que Fani lambe… o joelho de Natália – eu sei que a ideia do fotógrafo foi “veio subindo do pé” e tal, mas na boa, ficou esquisito – e uma terceira foto de “vem cá, minha linda, vou te agarrar”. Bocejos na nossa redação.

Uma página de fotos pequenas que, certamente, orgulhou muito o fotógrafo, que já vai poder usar as fotos como portifólio quando for atrás de trabalhos lesbian-chic. Este página, certamente, vai ser a mais difícil de abrir nas revistas de segunda mão que rolarem por aí.

Uma foto das duas, bundas ao léu na cama, mordendo queixos e narizes, seguinda de uma foto de Natália desenhando uma seta, indicando o centro da bunda de Fani, num clima de aula de anatomia “…e é aqui que saem as fezes”

Uma com um copo de algo que foi feito para parecer alcoólico mas não deve ter álcool nenhum, olhando fixamente para a outra – que nós vemos pelo espelho. As duas agarradas, tirando foto pra álbum privado “com quem eu já trepei” no Orkut(*). Outra foto das duas agarradas, com um “Fuck me” escrito a batom no espelho. Mais fotos envolvendo agarração, bebida e espelho de banheiro pelas próximas duas páginas. Felizmente acaba o momento editorial porn chic de moda.

Uma interessante foto, tirada do ponto de vista de um produto dentro de um plástico, das duas se agarrando. Fani e Natália discutindo sobre o melhor momento da segunda praticar a cunilíngua na primeira. Duas fotos das duas numa banheira das antigas, uma foto das duas em pé na banheira de costas para o fotógrafo e a foto final, bem fofa, quase de coraçãozinho-com-a-mão praquele álbum “com quem eu já trepei”.

***

Enfim, um ensaio bocejante para a redação deste blog, mas que certamente, daqui a alguns anos, vai fazer com que as revistas em excelente estado estejam valendo o peso em ouro.

(*) EDIT: O pior, e só me toquei disso depois da resenha feita, é que deve ter alguém com um álbum privado “com quem eu já trepei” no Orkut.





Esticando os 15 minutos

12 10 2010

A Playboy está tão viciada em ex-BBB que, na falta de ideia melhor, ressucitou duas ex-BBB (Fani e Natália). Enfim que consideramos que seria mais interessante se a Priscila Pires tivesse aceitado a proposta.

(E sim, continuamos devendo novas resenhas. Sabemos disso.)





Larissa e a era do 3D

8 09 2010

Os mais velhos vão se lembrar de Veronica Castiñera, paraguaia que nos anos 90 ajudou a mostrar que o pequeno país poderia oferecer algo além de muamba. Com dois ensaios (Playboy, em 1993, e Sexy, em 1996) e alvo de frases como a famosa “os seios dela foram feitos no céu”, atribuída a Christopher Lambert, Veronica encarnou a bombshell guarani até mergulhar numa vidinha de confusões e ambições políticas.

Voltando a 2010.

Na Copa do Mundo, junto com o time paraguaio, apareceu uma nova bombshell guarani: Larissa Riquelme, com seu celular entre os seios, empurrando a seleção paraguaia, sem seu principal jogador, para uma quarta-de-final.em que fez a campeã Espanha suar para vencer pelo placar mínimo. Daí a virar musa da Copa e subcelebridade foi um pulo.

No entanto, como vocês sabem, subcelebridade tem prazo de validade e, depois que as capas foram reveladas, era uma questão de tempo para o aparecimento das fotos em si. Ainda bem que existe gente antenada como o j.noronha que, num tweet não relacionado, resolveu este pequeno problema.

***

Aliás, um interlúdio em três dimensões.

Depois que o cinema descobriu com o 3D que poderia convencer as pessoas a não baixarem filmes nos torrents e ainda cobrar ingressos mais caros porque todo mundo acharia lindo e maravilhoso, estamos assistindo à corrida do ouro em 3D. Televisões, Blu-Ray e, agora, revistas, com este exemplar da Playboy. Mas a lógica é a mesma: arrancar seu dinheiro.

***

Enfim que vamos às fotos, mesmo sabendo que fomos preguiçosos e não fizemos nossos óculos 3D – sim, esquecemos de comprar papel celofane.

Começamos com o 3D, afinal é a novidade do ensaio, em três fotos em que Lari Riquelme rompe a quarta parede, anunciando a era da terceira dimensão, em que a Nação de Onã vai ter que se acostumar a fazer suas orações com óculos vermelhos e azuis – e, não por acaso, Lari veste o infame óculos nas três fotos, uma com foco na bunda, uma com foco nos seios e na terceira despindo uma roupa combinando com as lentes. Não descobrimos se ela vê o leitor em 3D também.

Depois, três fotos em 3D no vestiário, já com a quarta parede rompida. Na primeira foto ela parece mais interessada em alguma coisa que não fosse se despir, provavelmente as instruções do prufessô. Na segunda foto ela ameaça o treinador com um “escale minha pachulita ou eu vou derrubar você”. E na terceira foto… bem, tinha que ter a foto chupando o dedo opositor da mão, tão ao gosto da Playboy brasileira – pelo menos os famosos seios aparecem.

Lari consegue convencer o prufessô a ser escalada, entra em campo, vai pro fundo do gol, aparece à frente de um poster da seleção paraguaia, volta para o fundo do gol e, depois de ludibriar a defesa adversária com fotos da pachulita e dos seios, pega a bola e acaba com a partida em 3D.

Duas fotos na arquibancada, uma em que mostra suas tatuagens no tornozelo e na bunda, e uma em 3D mostrando que é a dona da bola e quem quiser ver a pachulita vai ter que se ver com ela.

Para terminar, mais três fotos em 3D: uma em que desfila soberana no relvado, uma em que mostra toda sua capacidade de mascar chiclete e uma em que mostra seu amor pelo Paraguai.

***

Larissa Riquelme, certamente, está começando sua trilha de subcelebridade, apesar de ter recusado participar de A Fazenda 3, e certamente as fotos poderiam ser menos óbvias, mas ninguém conhecia a Lari antes da Copa do Mundo, então vamos deixar passar. Mas não tenho dúvidas que a Nação de Onã vai acabar adotando o 3D, afinal precisa de orações e, para garantir seu caviar e seu champanhe, os editores vão partir para este caminho.





Prazo de validade

26 07 2010

Se tem uma coisa que as revistas masculinas aprenderam, é que subcelebridade tem prazo de validade. Não por acaso Playboy e Sexy disputaram palmo a palmo o ‘passe’ de Larissa Riquelme, destaque (junto com seu celular) paraguaio da Copa do Mundo, em partida que foi decidida hoje, com a moça assinando para posar para a Playboy de setembro. Porque é aquela história, se deixa pra outubro já corre o risco do respeitável público esquecer.








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